quinta-feira, 20 de março de 2008

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Um espaço para Pensar Angola sob a forma de exercício de Cidadania.
Um espaço para pensar e debater livremente a Nação e o Futuro, de uma forma sentida, construtiva, sem partidarices em nome de uma ANGOLA melhor preparada, mais qualificada, mais competitiva, mais desenvolvida e mais, muito mais Solidária, em nome dos jovens, das crianças, dos idosos e de nós próprios ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !

4 comentários:

Anónimo disse...

Meu kamba, mais uma grande iniciativa! Acho importante os angolanos falaram, pensarem e contribuirem para que a terra fique melhor. Eu agradeço o esforço que tens feito para trazer mais gente a pensar o nosso País. Eu tenho aprendido e pensado um bocadinho mais, espero que outros angolanos como você possam dar o seu contributo ajudando-nos a melhorar. Sou um estudante no exterior e isto tem-me ajudado! Obrigado.

Anónimo disse...

Depois de um novo "oxigénio" de ideias, para construir o longo caminho do progresso e bem estar de todos os angolanos, como diz um dos comentários aos seus textos, surge-nos agora com esta interessante ideia de construção de uma rede de Blogs pela Angola Solidária. Bem Haja por esta capacidade de introduzir inquietude e vontade de contribuir para de uma Angola para nós.Como você diz Nós merecemos!
Um forte abraço de incentivo, eu cá estarei na medida do possível.

PAlves disse...

Meus caros compatriotas, a qualidade constrói-se com participação, debate, explicitação de ideias de forma sincera e humilde, mas infelizmente não vejo os nossos compatriotas a participarem pois isso é gera necessidade de voltar a pensar e explicitar de novo, clarificar, corrigir, aprender e ensinar. ESPERO QUE ESSE TEMPO CHEGUE EM BREVE, mesmo que clikando no anónimo pois sei que deixar comentários para alguns não parece fácil. Continuem a participar. NÓS merecemos!

Anónimo disse...

Desenvolvimento solidário

Não poderia estar mais de acordo, aliás, penso que este será o sentimento da maioria dos angolanos, com as preocupações e objectivos aqui apresentados.
Solidariedade, descriminação positiva, desenvolvimento sustentado, são os grandes princípios orientadores do desenvolvimento de um país e condição absoluta, para que esse desenvolvimento seja um factor de paz social e engajamento dos cidadãos. Engajamento que assume especial importância num país como o nosso, com uma história de autodeterminação recente e com uma guerra prolongada, com todas as consequências daí resultantes.
A adopção de critérios de investimento, nomeadamente no interior, cuja valoração deve ser o da discriminação positiva, podem ser a solução, ou parte, dos graves problemas que Luanda atravessa. A especulação imobiliária, os baixos salários e o crime a que Luanda está sujeita, não são mais do que consequências da falta de investimento nas províncias. Os cidadãos, despidos dos meios essências para a sua sobrevivência, nomeadamente saúde, educação e emprego, vêem-se obrigados a migrar para a capital, onde esperam encontrar a oportunidade que nas suas zonas de origem não vislumbram. Este sonho, rapidamente se transforma em pesadelo, pois constatam a não existência de oportunidades, a exploração, pelo excesso de oferta de mão-de-obra e a ausência de condições de habitação.
É certo que algumas medidas foram já tomadas pelo executivo no sentido de minorar esta questão.
Refiro-me nomeadamente, à lei do investimento que estabelece benefícios fiscais aliciantes para os investimentos feitos no interior do país. É de facto um princípio, embora insuficiente, pois para que este seja mobilizador dos potenciais investidores, impõe-se que o estado invista rapidamente na recuperação das vias de comunicação, saúde e ensino.
O elevado número de mutilados e de excluídos, consequência do longo período de guerra, deverão igualmente ser alvo de uma atenção especial por parte do poder politico, no sentido da sua integração com dignidade na sociedade.
A criação de incentivos à criação de empresas pelos cidadãos nacionais, deve também merecer atenção especial por parte do poder político, potenciando assim a produção nacional e a criação de postos de trabalho.
A agricultura, sector fundamental para a auto-suficiência de um país, com a tradição rural do nosso, deve igualmente ser alvo da atenção dos nossos dirigentes.
Este é o momento para enquanto parte da sociedade civil assumirmos uma atitude pró activa, incentivando assim os actores políticos a apresentarem as suas propostas/compromissos para a governação do nosso país.
Enquanto cidadãos livres, politicamente conscientes e pró activos aqui estamos prontos para o debate.
Malanjino